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Economia

Dia Mundial do Meio Ambiente

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Preservar o meio ambiente é tão fundamental para o agronegócio quanto a produção rural é para a sociedade e para a economia brasileira.

Instituído pela ONU (Organização das Nações Unidas) na década de 70, durante a Conferência de Estocolmo, o Dia Mundial do Meio Ambiente significa um pedido de atenção à população para problemas ambientais e para a importância da preservação de recursos naturais finitos, mudando a forma de enxergar e tratar questões ambientais ao redor do mundo. Foi nessa mesma conferência que foram estabelecidos os princípios que norteariam a política ambiental em todo o planeta, cujas consequências vivenciamos hoje. 


Atualmente, um dos maiores desafios apresentados à humanidade é a compreensão dos impactos da ação do homem no meio ambiente, como a destruição massiva e constante de habitats e bom gerenciamento deles, além da poluição de grandes áreas. 


O agronegócio e a preservação do meio ambiente

No Brasil, apesar das declarações controversas de alguns líderes, o agronegócio tem feito grandes esforços para lidar com as questões de meio ambiente e sustentabilidade sem deixar de atender a população em suas demandas essenciais de sobrevivência.


Uma das maiores companhias de alimentos à base de proteína animal do mundo, por exemplo, tem investido, arduamente, capital e esforços em uma campanha de defesa da preservação de matas e florestas. Sua principal atitude em relação a isso foi erradicar da sua lista de fornecedores aqueles que não cumprem as leis ambientais. 


Esse é apenas um, entre muitos outros exemplos, de como muitas companhias do agronegócio estão verdadeiramente envolvidas em trabalhar de maneira sustentável com o meio ambiente, abraçando uma ideia que se faz cada vez mais forte em todo o planeta. 


A questão aqui é a sobrevivência dos dois lados: do agro e do meio ambiente.  É preciso lembrar que o agronegócio é responsável por 21,6% do PIB brasileiro, e que a perda de mais de 16 milhões de toneladas na safra de soja no ano de 2019, devido à seca que atingiu as principais regiões produtoras do país, não foi um caso isolado e, sim, uma forte evidência do impacto das mudanças climáticas na lavoura. Para o engenheiro de alimentos Marcelo Brito, presidente da Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), é necessário compreender que o agro depende da preservação ambiental. Se não houver conservação do meio ambiente, não haverá recursos naturais para a produção de nada.


A tecnologia a favor do meio ambiente

Para o diretor da Abag, os produtores do agronegócio têm tido sucesso ao aliar tecnologia à produção em suas tentativas de conciliar a produtividade com a preservação dos recursos naturais. Em 2004, a produtividade era de 2,3 toneladas por hectare, distribuída em 47 milhões de hectares (maior do que o estado do Rio de Janeiro). Já em 2018, a produção subiu para 3,8 toneladas por hectare em um espaço de 63 milhões de hectares. A alta de 34% de produtividade é a prova de que o país está produzindo mais em menos espaço. “Isso é resultado da evolução agrária e da preocupação dos produtores em respeitar as leis ambientais”, disse Marcelo Brito em entrevista.


O Rio Grande do Sul no ranking de menores desmatadores do país

Segundo a Fundação SOS Mata Atlântica e o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), em 2019 a Mata Atlântica registrou o menor índice de desmatamento em mais de 30 anos, e nove, dos 17 estados da Mata Atlântica, estão no nível do desmatamento zero. Três estados, entre eles o Rio Grande do Sul, estão muito próximos do marco de desflorestamentos abaixo de 100 hectares.


Na última década, o Rio Grande do Sul esteve em oitavo lugar neste mesmo ranking, chegando ao índice de 171 ha desflorestados. Entre os anos de 2017 e 2018, houve uma diminuição significativa no desmatamento deste tipo de floresta no Brasil, onde o Estado se destacou ao apresentar uma queda de 15% no desmatamento em relação aos anos anteriores.


Esse avanço na preservação ambiental abriu uma brecha para discutir a recuperação das áreas já desmatadas, uma vez que os menos de 13% de Mata Atlântica que restam no país prestam diversos serviços ambientais à população, como a conservação das águas que abastecem as cidades e a estabilidade dos solos, essencial à agropecuária.


A preservação do meio ambiente começa com pequenas atitudes diárias

Dentre os principais problemas que afetam o meio ambiente, podemos destacar o manejo e descarte inadequado de lixo, o consumo exagerado de recursos naturais, a inserção de espécies exóticas no mercado clandestino, uso de combustíveis fósseis e desperdício de água como atitudes individuais que impactam diretamente no meio ambiente. 


Do ar que respiramos à comida que comemos, tudo vem da natureza. É tempo de criar uma postura crítica e ativa em relação aos problemas ambientais que existem no planeta, dando o primeiro passo a partir da nossa própria casa.


Agrofel

Há mais de 42 anos no Rio Grande do Sul ao lado do agricultor do plantio a colheita com soluções integradas para a busca de altas produtividades.

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